A Maluca Responsável, sempre gentil, resolveu oferecer-me um presente, que ela afirma envenenado mas que a mim me sabe doce, e que consiste em pegar nos últimos dez títulos dos meus textos e escrever algo de coerente – ou não – em prosa, sob a forma de poema… O que interessa realmente é fazer a imaginação funcionar. O resultado é este:
“Eram dezassete horas em Portugal, a tarde sufocante de calor igual a tantas outras, a vida transcorrendo na cadência desacertada de um fluir inconstante mas satisfatório, o sonho surreal da noite de magias sendo protelado num arrastar de minutos que insinuavam horas. Ansiava a partida não menos que almejava a chegada, o lugar onde o reencontro, contendo a promessa de eflúvios suores, era artefacto de maravilha idealizada, fábrica das histórias de paixões profanas. Suspender-se-ia temporariamente a procura, a existência condensando-se numa breve história de tudo, traduzir-se-ia numa voluptuosa catarse, pois que a manifestação de um amor incontido reduz o tempo a uma singularidade na qual nada tem significado…”
Cabe-me agora entregar um presente similar a cinco pessoas, para que o desembrulhem…
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