A neblina da sonolência vai-se adensando e quanto mais me esforço por escrever algo que possa parecer coerente, mais difícil se torna o encadeamento dos pensamentos erráticos e dispersos. Pouco a pouco, os sentidos deixam de estar alerta e vejo-me cada vez mais a escutar a música suave e soporífera que escolhi para companhia. O cigarro vai ardendo no cinzeiro, as volutas criando padrões incertos, vórtices simultaneamente caóticos e de finos recortes. Os olhos teimam em fechar-se e o dia foi longo… Apago o cigarro e vou dormir. Talvez sonhar…
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